segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

É carnaval!!!




Carnaval animadíssimo aqui em Caipirópolis.




Fato:

Mc. Prof. completamente largado no sofá da sala da d. Andréa Maria, quando chega a irmã adventista - curiosa...- não dá boa tarde, boa noite ou qualquer coisa afim. Adventista, como vocês sabem, não fazem nada do crepúsculo de sexta ao crepúsculo de sábado. Então a cidadã resolve ir pra casa dos outros mal o sol começa a se pôr! Mal de crente: coceira na língua!


Enfim, o famoso Mc. decidiu que era hora de ir com os seus. A irmã ficou. Esperou para perguntar da vida alheia, além de ter aproveitado pra falar mal da vida do Mc... Pô, a mulher nem assembleiana é, mas adora uma conversa fiada pós-Põr-do-sol.


Abstração:

Cabeleireiro não faz dinheiro em carnaval, né? Não há escova que resista a puxão de cabelo e a esse chuva interminável. Estou com pena desse pessoal com abadá 100% algodão.


Desfile:

Se eu desfilasse na Mangueira, com certeza já teria um contrato pronto pro Mc. e pro Emoção. Mas deixa pra lá. É muito suor pro meu gosto. Acho que brasileiro gosta tanto de carnaval justamente por ser algo intimamente ligado a seu jeito de ser: nessa época vale tudo. Não se pensa nos atos, rouba-se sem ser preso, o sujeito é roubado sem se importar etc.
É uma época pra lá de linda.
Fora o fato de o cara esperar a quarta-feira pra perguntar ao amigo se ele "viu a mangueira entrar".
Falar nisso, alguém reparou se tinha traficante empurrando carro?
Perguntas:
Por que a Ivetchy, em vez de levantar poeira, não VIRA poeira? (Ah um fio desencapado pegando naquele microfone...)
Qual a diferença entre Chiclete com banana, Jammil e Asa de águia?
Jammil é uma banda ou um cara só?
Por que não formam apenas uma banda de axé e incluem esse povo todo já que não dá pra diferenciar um do outro?
A Kournikova sabia o samba da Portela de cor?
Terça-feira:
Amanhã tem o Bacalhau do Batata e a mesma reportagem requentada que vem sendo feita há 30 anos. Tem também o compacto dos desfiles. Programão.
Liguei pra casa da minha mãe. Parece que a irmã ainda está lá...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A dança do compasso




O Mc Prof. está em período sabático, assim como a rapaziada do Só Emoção, que prepara um dvd com a participação da Ivete Sangalo. Com isso, ganha vez no cenário musical o pessoal do grupo Moleque cheiroso, que vai animar o carnaval de Salvador com o novo hit do verão "Dança do compasso":


Ê, ê, ô, ô
É a ponta seca pra firmar!
Ê, ê, ô, ô

O lápis faz a marquinha...
É a dança do compasso, neném
No carnaval da Bahia

Abre o compasso, menina
Mostra essa circunferência
Abre o compasso, neném
Vamos fazer saliência


Ê, meu amor, pega o transferidor
Marca 120 graus

Que eu vou pegar o esquadro

Agora abre o compasso, meu bem

Faz o teu nego feliz

Deixa em 120 graus

Que eu traço a bissetriz



Agora faz a voltinha, amor
360
Não deixa a ponta seca escapar
Dança até o dia raiar

Obs.: A menina em questão é maior de dezoito anos. Esperem pelo pior é contra a pedofilia.



quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Axé pra todo mundo


Chegou o carnaval. Com ele vem a raça toda: Ivete, Tomate, Chiclete. Eva, Babado, Asa de águia. Daniella, Gilberto Gil, Camarote da Brahma. Suzana Vieira. Belo, Gracyanne (nome de pobre tem que ter letra geminada e Y). Grazi. BBBs. Monique Evans, Pânico, Cléber Machado. Enredos indecifráveis.


Frevo, guarda-chuva. Abadá a mil reais. Professor em Porto Seguro. Retiro em Macaé.


Fico imaginando como deve ser o carnaval no Espírito Santo. Aliás, eu nem sei se ainda existe esse estado. (Todos sabem que o nome é um lobby dos católicos, cujos padres também exigiram a instalação da fábrica da Garoto...) Lá não tem carnaval tradicional, só matinées.


Eu amo carnaval. Carnaval em Kopenhagen, obviamente. O daqui é baiano demais. Jamais sairá do meu bolso (voluntariamente) um real que seja para patrocinar essa festa primitiva. Só mesmo nessa época que os machos ômega arrumam um pro café. Até porque, fora do cordão de isolamento, vale tudo.


Com todo o movimento, pelo menos o Fábio Assunção consegue um fornecedor novo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Quanto custa?

Um dos motivos de eu ter me apaixonado pelo estudo da linguagem é justamente o sem-número de possibilidades de significalções que as sentenças e os vocábulos oferecem.

Interessante é que não há a menor necessidade de ser lingüista para explorar essas possibilidades. Assim o fizeram algumas lojas do Plaza shopping, em Niterói.

Por exemplo, eu sempre achei que a palvra tudo englobasse todas as coisas pertencentes a um grupo, um lugar determinado etc. na cabeça desses lojistas, não. Tudo, na loja, se refere apenas a alguns itens selecionados.

Portanto, deve ser perfeitamente normal propor o seguinte:

"Tudo por R$ 49,90" (Camisas e calças) ?????

Ou, melhor ainda:

"Tudo por R$ 19,99; 29,99; 39,99; 49,99; e outros preços."

Ora, pra que se dar ao trabalho de fazer o cartaz??? Qualquer preço poderá ser cobrado!! Basta falar que vão cobrar de acordo com a cara do cliente.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Esaú e Jacó

Bem, agora estou na fase da paz. Assim, é a paz ou a depressão.

Meus filhos agora decidiram que vão brigar a cada momento em que estiverem ocupando o mesmo espaço. O detalhe é que o menor começa tudo. Logo ele que não fala e não anda. Não fala, não anda, mas sabe bater. E sabe que, se apanhar, pode chorar, que vai ser tratado como vítima. Sempre.

Mas tudo isso é feito no carro, com bolsas, sogro, sogra etc. O motorista vai agüentando o quanto pode. Fico pensando no Isaque, o pai de Esaú e Jacó. O cara tinha a responsabilidade de abençoar o mais velho, Esaú, que acabou sendo iludido pelo irmão Jacó.

Só que Jacó mudou de nome pra Israel e todo mundo sabe como a história se desenvolveu. Mal ou bem, o cara foi mais bem do que mal. Será que vai ser sempre assim?

Vamos ver.

Férias


Cenas do cotidiano:

1. Três cidadãs, cada uma com, pelo menos, 150 kg - nada contra-, levantam-se da mesa de pizzaria em Cabo Frio e, para surpresa do auditório, o que se vê na bandeja da garçonete? 15 latas de... Coca zero!

2. Cidadã mineira para atencioso guarda municipal cabo-friense:

"Por favor, você sabe onde nasce o pôr-do-sol?

Se ele souber, pode mudar de profissão.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Até que a morte...

Quem perde aliança em dia de casamento? Quem compra casa, faz a mudança, desfaz o negócio e se muda pra casa antiga? Quem compra as coisas sem ter dinheiro? Quem, apesar de tudo isso, consegue se manter dez anos casado?

Resposta tão óbvia.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Perguntas que não querem calar

Essa é pro povo de Rio Bonito.

Dá pra alguém avisar pro presidente da ASCIRB que ele pode colocar fotos da família dele num flog?

Dá pra alguém avisar que ninguém dá a mínima pro que ele acha do governo Lula?

Dá pra alguém avisar que a coluna do Léo é pra lá de horrenda?

Dá pra alguém fazer uma foto da sociedade rio-bonitense sem a foto do Maurício Badr?

Dá pra alguém avisar o prefeito que folia de reis não tem nada a ver com o vereador?

Dá pra alguém me dizer por que a Bela Vista é o único bairro com calçada no meio da rua?


Dúvidas

Perguntas nunca ouvidas nas férias de um professor:

1. E aí, fessô, curtindo as férias?

2. E aí, fessô, vai dar aula pra gente ano que vem?

3. E aí, fessô, quando voltam as aulas?

Vivo ou morto


Depois de tanta comemoração de fim de ano, fiquei pensando em coisas que não dignificam ninguém, mas fazem as pessoas perderem um tempinho lendo. Por exemplo, imaginem se o John Lennon estivesse vivo hoje, que coisa entediante seria.

O cara estaria com 67 anos, devia estar fazendo palestras sobre aquecimento global. Não faria mais shows, pois na agenda não haveria espaço, devido às centenas de palestras.

Se ele estivesse vivo, o George Harrison nã teria se dado ao luxo de morrer.

Se ele estivesse vivo a carreira do Sean e a do Julina Lennon teriam decolado.

Se ele estivesse vivo, muito provavelmente teria sido um dos autores do Live aid, ou do USA for Africa.

Se ele estivesse vivo, algum grupo de pagode já teria feito versões de suas músicas mais novas, inclusive o Só Emoção.

Assim sendo, fica claro que algumas pessoas valem mais mortas do que vivas. Algumas moram perto da gente...